MUDANÇAS CLIMÁTICAS COMO CONTEÚDO NA EDUCAÇÃO FORMAL E INFORMAL
TEM GENTE ENTRANDO NA POLÍTICA QUERENDO MUDANÇAS. Agora, um dos maiores desafios para educação formal (escolar) e para a educação informal (cultura) será tratar as mudanças climáticas como paradigma da educação.
Agora, um dos maiores desafios para a educação formal (escolar) e para a educação informal (cultura) será tratar as mudanças climáticas como paradigma de produção da subsistência humana no planeta Terra. Planeta esse que não pode ser descartado nem substituído. Não temos um planeta novinho à venda na prateleira de uma loja ou de um supermercado. Precisamos cuidar deste que temos por meio da educação e da mudança da cultura já existente sobre a forma que lidaremos com a natureza.
Historicamente, a escola tem sido construída como um dos instrumentos ideológicos para a produção e a reprodução da cultura capitalista. O planeta é tido como um mercado que, com muito afinco, produz lucro, tecnologias, facilidades e rapidez, e a educação (escolar) tem uma finalidade muito específica, por meio da qual a preparação de força de trabalho é formada para esse fim. Essa é a lógica vigente. Se ela continuará vigorando, não sabemos. Só o tempo e as circunstâncias poderão desarmá-la, a fim de recomeçarmos outra menos degradante. Além dos eventos climáticos e dos desastres, há pesquisas que fundamentam as consequências da continuidade dessa lógica e as maneiras de mitigar os efeitos climáticos gerados por nossas práticas ecológico-ambientais na busca por sobrevivência. Até prejuízos exorbitantes para o próprio capital e a sustentação do seu sistema já estão na mesa de debate para as mudanças de paradigmas. É verdade que políticos e governantes ainda estão no bate-cabeça dos interesses vigentes.
Já nossa cultura e nossas práticas sociais cotidianas podem ser colocadas em discussão e avaliadas, se houver abertura política para esse fim. Claro, existem pessoas entrando na política de forma responsável, buscando um espaço tanto no executivo como no legislativo e trazendo um debate sério. Elas precisam ser eleitas e substituir políticos irresponsáveis e sem compromisso, que se aliam ao caos sem a menor sensibilidade para defender seu “manda-chuva”, como é o caso do grupo taveirista na cidade de Parnamirim. A conduta do presidente da Câmara Municipal chega a ser inigualável e indescritível.