EPISTEMOLOGIA DA TOTALIDADE: ENTRE A NORMA INSTITUCIONAL E A PEDAGOGIA DIALÉTICA
Diante de uma sociedade fragmentada por verdades parciais e pelo uso do transcendental como escudo para omissões práticas, resgatar a totalidade do conhecimento e a agência da razão torna-se um ato de resistência pedagógica e ética. Compreender a diferença entre fragmento e totalidade é o que nos permite acolher a plenitude da existência — com todas as suas contradições, erros e emoções — sem sucumbir às ilusões do julgamento coletivo.
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